quarta-feira, 8 de julho de 2020

Acrósticos A.V.E.B


Pessoas, estou compartilhando esse vídeo por fazer menção a mim como aprovado pela antologia da AVEC, assim como muitos outros colegas que versejam por esse Brasil afora.

PASSE O INVERNO COM A FAMÍLIA WINTERSON - SORTEIO


SORTEIO LITERÁRIO


Teremos nesse final de semana sorteio de dois livros da antologia 

CONTOS DE NATAL SEM LUZ – VI

Como lembrança da minha participação pela terceira vez consecutiva nessa antologia em que a organizadora Rô Mierling se junta a mais 19 escritores, pela Editora Illuminare, para contar histórias interessantes sobre os natais em Garden Rose.

Aguardarmos seu retorno entre sábado e domingo para saber os critérios. Nada difícil, quero apenas presentear aqueles que acompanham meus escritos.

Não deixe de participar!!!!!!!!

Prestigie autores nacionais.

VALORIZE A LITERATURA MUTUENSE

CONHEÇA MEU SITE 
NO RECANTO DAS LETRAS



sábado, 4 de julho de 2020

PASSADO, PANDEMIA E PORTO: PENTALOGIA DAS MINHAS PÉTALAS SEMANAIS - VIII



Com a proposta de semanalmente compartilhar com aquelas e aqueles que gostam de versos e estrofes em um mundo que vive no universo dos cofres trago nessa semana pétalas diversificadas:

1ª) A LÁGRIMA LATENTE: Um rondel que verseja sobre meu fazer poemas, abordando o lado da tristeza.
2º) PORTO SEGURO: Esse poema é um Decanato poético, um estilo experimental criado por Norma Aparecida  Silveira Morais no Recanto das Letras. Sempre que me aventuro nos experimentais,  mergulho no decanato. Em gestação o VertiKlaus de decanatos poéticos verticais, e já na incubadora a obra Extremos Periféricos Mentalizados.
3º) ESCONDENDO DOS OLHOS: Esse poema faz parte do uma outra gestação em curso a partir de poemas compostos sob efeito da pandemia. A princípio batizado de Versos Infectantes. Mas isso pode mudar, assim como os Extremos Periféricos Mentalizados.
4º) RETROVISOR QUEBRADO: Nesse segundo rondel da pentalogia versejo sobre a relação do passado com o presente.
5º) NAS GARRAS DA SOLIDÃO: Um estilo que estou consolidando. Estou chamando de pseudoglosa. Segue a ordem das estrofes de uma glosa mas fujo de outras regras como sílabas poéticas e mote de um outro autor. Os montes são criados por mim então posso chamar de necessariamente de glosa.

Espero que você se entretenha com o universo das minhas criações.


A LÁGRIMA LATENTE

Eu sempre escrevo sobre a solidão
E sobre a lágrima latente da ferida
E dessa nossa caça diária pelo pão
Na selva de fauna tão corrompida

Conheço o lado bom de uma vida
Portanto é outra minha inspiração
Eu sempre escrevo sobre a solidão
E sobre a lágrima latente da ferida

Eu até escuto as vozes do coração
Falando-me da bela manhã florida
Mas minha poesia traz a desilusão
De quem já teve a confiança traída
Eu sempre escrevo sobre a solidão



PORTO SEGURO

Nosso amor efêmero como bolha
Vinho bom em garrafa sem rolha
E não deu nenhuma outra escolha

O amor assassinado pela falsidade
E sepultado nas valas da brevidade
E foi sem deixar nenhuma saudade

Portanto, outro amor agora procuro
Um amor que seja meu porto seguro
Um farol que ilumine o meu futuro

Eu preciso de um amor de verdade!



ESCONDENDO DOS OLHOS

O mundo é um caos, a fotografia disfarça
A maldade que boceja o hálito degradante
O mundo deu errado, a democracia é farsa
Escondendo dos olhos o fio de aço cortante

Não há mais a frase certa que se possa dizer
Quando o abraço amigo não é mais confiante
E nem o teu toque carinhoso dá mais prazer
E
M
P
A
L
I
D
E
C
I
M
E
N
T
O
S
De nossas bandeiras que nos diziam muito antes
Agora pandemia e anemia dos ritmos alucinantes



RETROVISOR QUEBRADO
                                                                                  
Não posso olhar para o passado
Sem ter aprumado meu presente
E a vida sempre dá o seu recado
Da carta que recebo é remetente

Só me resta ir sempre em frente
Com o meu retrovisor quebrado
Não posso olhar para o passado
Sem ter aprumado meu presente

Mas com o para-brisa embaçado
Só consigo enxergar o sol poente
Não olho para trás e para o lado
Eu só sigo o que o coração sente
Não posso olhar para o passado



NAS GARRAS DA SOLIDÃO

Nas garras da solidão eu sangro rancor
Você me machucou como ninguém mais

As manhãs sem você são mais violentas
Os raios de sol que atingem a pele ferem
O tempo voraz se perde em horas lentas
Não sei que sacrifício os deuses preferem
Mas não sou a oferenda que eles querem

Nas garras da solidão eu sangro rancor
Rasgando a alma com meus doridos ais
Em gravidades das tuas órbitas siderais
Você me ocultou teus espinhos sob a flor
Você me machucou como ninguém mais



LINK PARA A PRIMEIRA PENTALOGIA

PARA PROSSEGUIR NA SÉRIE

domingo, 28 de junho de 2020

ROSAS, TEMPESTADES E PALMEIRAS: PENTALOGIAS DAS MINHA PÉTALAS SEMANAIS - VII



SÉRIE
PENTALOGIA DAS MINHAS PÉTALAS SEMANAIS


NOTA DO AUTOR
         Em um hiato no meu tempo corrido tenho a oportunidade de compartilhar nesse meu blog mais uma postagem da série Pentalogia das minhas pétalas semanais, postada aqui em DOMINGO, 17 DE NOVEMBRO DE 2019.
         Para esse meu retorno aproprio de rondéis postados originalmente no Recanto das Letras. Meus rondéis são seguem metrificação rígida, se valendo mais da musicalidade.

 - ///-

PRESO EM UM DESEJO

Eu assisto o fim de um mundo
Que desmorona rapidamente
Depois de buscar tão a fundo
Energia que o faria imponente

O homem louco inconsequente
Depara com seu rosto imundo
Eu assisto o fim de um mundo
Que desmorona rapidamente

Todo aquele orgulho profundo
Era apenas um medo fremente
De cair por terra, moribundo
Preso em um desejo indecente
Eu assisto o fim de um mundo




A FÉ
A espera da ave com o ramo no bico
Simbolizando que o pesadelo acabou
Por enquanto a lutar com o medo fico
Tentando preservar o homem que sou

Alguém ainda vai dizer que já passou
Tanto para o pobre quanto para o rico
À espera da ave com o ramo no bico
Simbolizando que o pesadelo acabou

Para o meu espelho todo dia explico
Que tantas vezes essa fé me salvou
Por isso não apedrejo e nem critico
O humilde que hoje de joelhos orou
À espera da ave com o ramo no bico





NAS TEMPESTADES

Frases desconexas que só eu canto
Nas tempestades quando eu deliro
Sei que para o mundo sou espanto
Sei que eu mesmo às vezes me firo

Viver essa vida é o que eu prefiro
Quando me banho no meu pranto
Frases desconexas que só eu canto
Nas tempestades quando eu deliro

Pelas noites eu nunca fui um santo
Amontoe as pedras que eu te atiro
Mas poemas amorosos, no entanto
É no meio do teu coração que miro
Frases desconexas que só eu canto





O BAILAR DAS PALMEIRAS

Eu via lindas ovelhas no firmamento
Ouvia música ao som das cachoeiras
Eu declamava meus poemas ao vento
E dançava com o bailar das palmeiras

Perdia-me em inocentes brincadeiras
No magistral reino do encantamento
Eu via lindas ovelhas no firmamento
Ouvia música ao som das cachoeiras

E por mais que alguém esteja atento
A rotina tem lá suas tantas maneiras
De nos mudar na busca do provento
Cravando em nossos olhos cegueiras
Eu via lindas ovelhas no firmamento






ROSAS DE TODAS AS CORES

Meu poema é como campo verdejante
Onde afloram rosas de todas as cores
Parecendo uma primavera abundante
Eterna estação dos loucos sonhadores

Além das rosas temos as outras flores
Misturando-se num aroma inebriante
Meu poema é como campo verdejante
Onde afloram rosas de todas as cores

Brisa tão leve em uma tarde dançante
Poesia bailando entre diversos odores
Estou buscando a rima mais vicejante
Nos solos regados pelos meus amores
Meu poema é como campo verdejante




LEIA TAMBÉM

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

PEQUENAS HISTÓRIAS-MICROCONTOS-GRANDES TALENTOS






A EDITORA ILLUMINARE MAIS UMA VEZ NOS PRESENTEIA COM EBOOK  NO FIM DE ANO.

Em breve estaremos fazendo a promoção de verão no nosso grupo ESCRITOS DO CLAUDIO no facebook. Curta nossas postagens e participe do sorteio em janeiro.

Desta vez é com um livro de microcontos. Participo com duas histórias:

O TRONCO
ATRASO

BAIXE O EBOOK GRATUITO EM




EM BREVE TAMBÉM TEREMOS O LIVRO 
CONTOS DE UM NATAL SEM LUZ VI

domingo, 17 de novembro de 2019

FRAGMENTOS, FOSSO E OCASO: PENTALOGIA DAS MINHAS PÉTALAS SEMANAIS - VI



FRAGMENTOS, FOSSO E OCASO
PENTALOGIA DAS MINHAS PÉTALAS SEMANAIS- VI


Pessoas, chego a minha sexta Pentalogia das Minhas Pétalas Semanais. Trago uma aldravia falando da difícil viagem para dentro de si, tema retomado no poema Fosso. Em Fragmentos temos a lembrança que destroça. Fecho minha pentalogia com 2 poetrix, um reflexivo e um espirituoso. Desejo a você que veio até ao meu blog, boa diversão através dos meus versos.


ALDRAVIA DE UMA VIAGEM

demoro
achar
portas
onde
ontem
morei

*****
FRAGMENTOS

Sofro
Ao alcance das minhas mãos
A última dose

Desço
Ao porão da minha alma
E encontro fragmentos
De um passado escondido
Encardido
Como meu antigo poema
No caderno em que eu anotava
Palavras para ser esquecidas

Deixo
O vento soprar sobre mim
O aroma roubado do jardim
Tão distante
Tão distinto
Que sinto vontade de voar
Sobre o que ainda resta
Do nosso reino




FOSSO

Você me chama
No silêncio da tua alma
Você clama
Por meus carinhos malditos

Eu ouço o teu grito
Esmurrando os meus ossos
Alargando o meu infinito
Por ter descrito teu universo
Na sutileza de um único verso

Você me procura
Na arte e na rebeldia
Que o sistema censura
Com gotas de anestesia

Eu aqui no escuro
Domando minha teimosia
Temendo o encontro contigo
E ver o quanto há de perigo
No abismo dos teus olhos
Nas curvas do teu corpo
De me aprisionar para sempre
No fosso em que eu hoje vivo






CHORO VESPERTINO

Na hora do sol se por
Uma lágrima aflora
Seja por qual razão for

*****

EMBRULHO

Demora muito, mas chega
O prazer empacotado
Na pele da minha nega


SIGA PARA A PRÓXIMA POSTAGEM

PÉTALAS SEMANAIS - VII





sábado, 16 de novembro de 2019

EcoSys - Darda Livraria

EcoSys - Darda Livraria: Vários autores. Informações editoriais: 14,8 x 21 | 72 páginas | ISBN: 978-85-67673-83-7 | Poesia. Sinopse: Coletânea de poesias, com temática e estilo próprios, denominada EcoSys de caráter inteligente e agradável à leitura de todos os ...