domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
Vídeo 3 - Disciplina e organização do trabalho - Semana da Criação Lite...
Vídeo 3 - Disciplina e organização do trabalho - Semana da Criação Literária - Paulo Santoro
sexta-feira, 5 de maio de 2017
A NOITE (ALGUMAS DISDURALRIMAS EM X)
A NOITE
(DISDUALRIMAS
EM X)
Covarde
é a noite que chega
Aconchega-se
empurrando a tarde
De
relance, tudo fica meio escuro
Inseguro
como o futuro do romance
De
repente, você não mais veio
Odeio
a noite: dama inconveniente
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BUSCA DA RAZÃO
(DISDUALRIMA EM X)
Não mergulhe de cabeça
Esqueça os apelos do coração
Paixão nenhuma te merece
Apresse-se em busca da razão
Amor é algo que nos distrai
Atrai sempre desilusão e dor
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TODA NOITE
(DISDUALRIMAS EM X)
A lua clareia noite
de cio
Acaricio corpo de mulher nua
Corpo que clama por carinho
Caminho em ti, viro-me em borco.
Sensual teu sussurro no ouvido
Sido tem toda noite, noite nupcial.
Acaricio corpo de mulher nua
Corpo que clama por carinho
Caminho em ti, viro-me em borco.
Sensual teu sussurro no ouvido
Sido tem toda noite, noite nupcial.
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RAPIDEZ
(DISDUALRIMAS EM X)
Você anda com muita pressa
Depressa ingere todo prazer
Qualidade não mais te interessa
Essa atitude é só
superficialidade
Uma hora desta você acorda para
a vida
Arrependida por ter sido apenas
mais uma
EM BREVE O LIVRO: EXTREMOS PERIFÉRICOS MENTALIZADOS
EM BREVE O LIVRO: EXTREMOS PERIFÉRICOS MENTALIZADOS
segunda-feira, 1 de maio de 2017
ROTAS (FLIXMING NO REMIX)
ROTAS
eu sigo as rotas qu'eu traço
vencendo desertos e montanhas
vencendo em mim medo e manhas
em terras estranhas enfrentarei dragões
em fêmeas entranhas viverei ilusões
em fúteis barganhas ganharei milhões
eu como o pão qu'eu amasso
não importa se o tempo voa
não importa qual sino soa
e nem qual canção destoa
isso importa, não faço a toa
(Criação de Ana Lucia S Paiva)
domingo, 30 de abril de 2017
A COR DA TARDE (TRINCA DE POETRIX)
A ARTE DE VIVER
Se não houver verdade
Que haja mentiras
criativas
Para que eu chame de
arte
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A CEGUEIRA
Ela o amou tanto
Que após cada crime
Ela o tornava mais
santo
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A COR DA TARDE
Desde
que não me atinja
O
mundo pode pintar
A
tarde de cinza
sábado, 15 de abril de 2017
SOL (DECALOGIA POÉTICA)
DA SÉRIE: DECALOGIA POÉTICA
SEM
FAROL
O
sol no céu
A
solidão no ser
Vagando
por Babel
Até
padecer
O
sol no ser
a
serviço
Para
satisfazer
O
próprio vício
E
o ser sente
A
falta do sol
Tão
ausente
Como
se fosse farol
Ser
sem direção
Sem
sal, sem sol
Na
imensidão
Da
solidão sem fim
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DIA
DE SOL
Era
dia de sol
E
você sorriu
Era
Sunday
E
dei a você meu coração
E
era um sorriso
Atrás
do sorvete
E
mais que souvernir
Em
um dia de sol
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CRIAÇÃO
...e
Deus fez o sol
E
fez o teu olhar
E
o sol fez o dia
Para
um dia eu te encontrar
E
o teu olhar fez minhas noites
Serem
eternos dias de êxtase
E
assim foi o gêneses...
OÁSIS
Assim
que o sol se põe
Eu
me prosto aos teus pés
Assim
que eu me perco
encontro-te
em êxtase
uma
frase, uma fada
uma
fábula de encantos
assim
que o sol se põe
a
solidão se vai
quem
quer amor
espere
o sol se por
e
busque outro oásis
neste
vasto deserto
denominado
cidade
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NOTÍCIA
Era
um sol
E
só
A
brilhar no céu
Do
meu ser
Era
um tempo
Que
tem
A
maldita sina
De
assassinar
Era
uma tarde
Que
não tardou
A
tocar a carne
Sem
alarde
Era
uma noite
Que
renovou
A
notícia
Sobre
o nosso amor
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AMOR
VIOLENTO
Esperei
amanhecer
Para
saber quantas feridas havia
Pelo
meu corpo
Teu
amor foi violento
Estiquei-me
todo
Diante
do sol forte
Para
evitar a morte
Dos
meus sentimentos
Estanquei
as sangrias
Para
que não fosse embora
A
essência do meu ser
Entre
aceitar-te
Ou
ir embora
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SOL
E LUZ
O
sol ilumina
O
lixo e
O
luxo
Que
não levo
A
solução
Em
solutos e solventes
Em
plena luta
Pelo
que é da gente
E
donde me desmancho
Feito
sonrisal
Sol
e luz em minas
Eu
não tenho ouro
Sol
que ilumina
O
que sou e
O
que estou
Precisando.
#######################
COMO
PODE
Como
pode o sol
Ser
tua referência
E
um outro ser
Ser
a tua preferência
E
como pode a noite
Tardar
tanto
Sem
que eu verseje
Sobre
teus encantos
Como
pode a solidão
Ser
só uma ausência
Dos
teus carinhos
Ou
uma penitência
E
como pode a lua
Enxugar
meu pranto
Sem
que eu deseje
E
beije teus lábios de mel
#######################
CORAÇÃO
ATLÂNTICO
o
céu está claro
o
sol está quente
teu
corpo claro e raro
não
sai da minha mente
o
céu está azul
o
sol clareia
teu
corpo seminu
na
areia da praia
não
saia da minha mente
não
vista a saia
teu
corpo escultural
se
bronzeia
na
areia da praia
do
meu coração atlântico
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HÁ
SÉCULOS
Olhei
para o céu
Dos
teus olhos azuis
E
vi o teu sexo
Derretendo
o gelo
Da
minha timidez
Descortinei
o véu
E
vivi séculos
Ao
tocar no ponto G
Da
tua nudez
Embriago-me
no mel
Toda
vez que mexo
Com
meu jeito
E
com tua lucidez
E
teu céu sem véu
Transborda
de mel
E
teu sexo há séculos
Mexe
comigo
E
o gelo do ponto G
Era
ponta de iceberg
Perdeu
o jeito de ser
E
eu
Tão
tímido
Tão
desnudo
Tão
lúcido
Não
tenho mais o que temer
sexta-feira, 14 de abril de 2017
INDRISOS: TRINCA 01
COLÍRIOS
Já é dia de amor e liberdade
Na calma cinzenta da cidade
Entre poderes e pudores
Há uma luz em cada peito
De transeuntes indefinidos
Sobre o concreto rachado
A cidade nos permite delírios
A cidade nos cega com seus colírios
###
CALORES
Um mendigo pede um pouco de comida
Um amigo pede um pouco de atenção
Um perigo só precisa de um vacilo
Aperta a minha mão para sentir
Os sentimentos que guardo comigo
Os pressentimentos que me resguardam
Estou indo na direção certa
Enfrentando calores na estrada deserta
###
A
CIDADE
A
cidade pulsa sob o sol,
Ninguém
liga para os ratos.
A
cidade é um retrato do caos.
Minha
rua é uma síntese
De
histórias entrelaçadas,
Páginas
inteiras amassadas.
A
cidade esconde palavras obscuras.
A
cidade pulsa em suas loucuras.
LEIA A PRIMEIRA VERSÃO DO LIVRO DE INDRISOS
O HOMEM & SUAS PERDAS
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